sexta-feira, 21 de junho de 2013

Reuso de água



A reutilização ou o reuso de água ou o uso de águas residuárias não é um conceito novo e tem sido praticado em todo o mundo há muitos anos.

Existem relatos de sua prática na Grécia Antiga, com a disposição de esgotos e sua utilização na irrigação. No entanto, a demanda crescente por água tem feito do reuso planejado da água um tema atual e de grande importância.

Neste sentido, deve-se considerar o reuso de água como parte de uma atividade mais abrangente que é o uso racional ou eficiente da água, o qual compreende também o controle de perdas e desperdícios, e a minimização da produção de efluentes e do consumo de água.

Dentro dessa ótica, os esgotos tratados têm um papel fundamental no planejamento e na gestão sustentável dos recursos hídricos como um substituto para o uso de águas destinadas a fins agrícolas e de irrigação, entre outros.

Ao liberar as fontes de água de boa qualidade para abastecimento público e outros usos prioritários, o uso de esgotos contribui para a conservação dos recursos e acrescenta uma dimensão econômica ao planejamento dos recursos hídricos. O reuso reduz a demanda sobre os mananciais de água devido à substituição da água potável por uma água de qualidade inferior. Essa prática, atualmente muito discutida, posta em evidência e já utilizada em alguns países é baseada no conceito de substituição de mananciais. Tal substituição é possível em função da qualidade requerida para um uso específico.

Dessa forma, grandes volumes de água potável podem ser poupados pelo reuso quando se utiliza água de qualidade inferior (geralmente efluentes pós-tratados) para atendimento das finalidades que podem prescindir desse recurso dentro dos padrões de potabilidade.

Tipos de Reuso
A reutilização de água pode ser direta ou indireta, decorrentes de ações planejadas ou não:
Reuso indireto não planejado da água: ocorre quando a água, utilizada em alguma atividade humana, é descarregada no meio ambiente e novamente utilizada a jusante, em sua forma diluída, de maneira não intencional e não controlada. Caminhando até o ponto de captação para o novo usuário, a mesma está sujeita às ações naturais do ciclo hidrológico (diluição, autodepuração).





Reuso indireto planejado da água: ocorre quando os efluentes, depois de tratados, são descarregados de forma planejada nos corpos de águas superficiais ou subterrâneas, para serem utilizadas a jusante, de maneira controlada, no atendimento de algum uso benéfico.
 


 O reuso indireto planejado da água pressupõe que exista também um controle sobre as eventuais novas descargas de efluentes no caminho, garantindo assim que o efluente tratado estará sujeito apenas a misturas com outros efluentes que também atendam ao requisito de qualidade do reuso objetivado.

Reuso direto planejado das águas: ocorre quando os efluentes, após tratados, são encaminhados diretamente de seu ponto de descarga até o local do reuso, não sendo descarregados no meio ambiente. É o caso com maior ocorrência, destinando-se a uso em indústria ou irrigação.

Aplicações da Água Reciclada
Irrigação paisagística: parques, cemitérios, campos de golfe, faixas de domínio de auto-estradas, campus universitários, cinturões verdes, gramados residenciais.
 


 Irrigação de campos para cultivos: plantio de forrageiras, plantas fibrosas e de grãos, plantas alimentícias, viveiros de plantas ornamentais, proteção contra geadas.

Usos industriais: refrigeração, alimentação de caldeiras, água de processamento.

Recarga de aqüíferos: recarga de aqüíferos potáveis, controle de intrusão marinha, controle de recalques de subsolo.
 


 Usos urbanos não-potáveis: irrigação paisagística, combate ao fogo, descarga de vasos sanitários, sistemas de ar condicionado, lavagem de veículos, lavagem de ruas e pontos de ônibus, etc.

Finalidades ambientais: aumento de vazão em cursos de água, aplicação em pântanos, terras alagadas, indústrias de pesca.

Usos diversos: aqüicultura, construções, controle de poeira, dessedentação de animais.

Aproveitamento de Águas de Chuva
As águas de chuva são encaradas pela legislação brasileira hoje como esgoto, pois ela usualmente vai dos telhados, e dos pisos para as bocas de lobo aonde, como "solvente universal", vai carreando todo tipo de impurezas, dissolvidas, suspensas, ou Simplesmente arrastadas mecanicamente, para um córrego que vai acabar dando num rio que por sua vez vai acabar suprindo uma captação para Tratamento de Água Potável. Claro que essa água sofreu um processo natural de diluição e autodepuração, ao longo de seu percurso hídrico, nem sempre suficiente para realmente depurá-la.

Uma pesquisa da Universidade da Malásia deixou claro que após o início da chuva, somente as primeiras águas carreiam ácidos, microorganismos, e outros poluentes atmosféricos, sendo que normalmente pouco tempo após a mesma já adquire características de água destilada, que pode ser coletada em reservatórios fechados.

Para uso humano, inclusive para como água potável, deve sofrer evidentemente filtração e cloração, o que pode ser feito com equipamento barato e simplíssimo, tipo Clorador Embrapa ou Clorador tipo Venturi automático. Em resumo, a água de chuva sofre uma destilação natural muito eficiente e gratuita.

Esta utilização é especialmente indicada para o ambiente rural, chácaras, condomínios e indústrias. O custo baixíssimo da água nas cidades, pelo menos para residências, inviabiliza qualquer aproveitamento econômico da água de chuva para beber. Já para Indústrias, onde a água é bem mais cara, é usualmente viável sim esse uso.

O Semi árido Nordestino tem projetos onde a competência e persistência combatem o usual imobilismo do ser humano, com a construção de cisternas para água de beber para seus habitantes.
 


Jardins verticais em Shopping Center
 


 Os jardins verticais, localizados no Scala Shopping, luxuoso centro de compras no nordeste de Quito (Equador), conta com aproximadamente 30.000 plantas de 90 espécies diferentes, 60 delas nativas da área. Como em todos os seus projetos, a saúde dos jardins verticais é monitorada como parte do acordo de manutenção de Paisagismo Urbano.
Finep amplia prazo para edital de construção sustentável e saneamento ambiental.
 


 A Financiadora de Estudos e Pesquisas (Finep) prorrogou as inscrições no edital de Subvenção Econômica de Construção Sustentável e Saneamento Ambiental. As empresas interessadas terão até o dia 1º de julho para apresentar suas propostas eletrônicas.
 
 
Governo do Espírito Santo anuncia investimento de mais de R$ 3 bilhões em obras de logística.
 


 O Governo do Espírito Santo lançou o Programa de Desenvolvimento Sustentável (Proedes) - Integração Logística. O plano inclui a construção de novas rodovias, instalação de aeroportos regionais, ferrovias e portos.
 
 
Curitiba é exemplo nacional em construção sustentável.
 

 Ao todo, 48,3% dos empreendimentos comerciais e corporativos lançados nos dois últimos anos na cidade de Curitiba buscam selo verde, contra 47,2% dos lançamentos em São Paulo e 40,8% no Rio de Janeiro, que também estão em processo de certificação.

 
Construtoras têm ações voluntárias para a Copa
Construtoras vão colaborar com a cidade e divulgar a iniciativa com os parceiros e fornecedores.
 


 Recuperação de praças e vias públicas, limpeza de áreas urbanas e jardinagem, de maneira voluntária, são algumas ações, previstas no plano de atuação no Pacto pela Copa, das 90 construtoras ligadas à Cooperativa da Construção Civil do Ceará (Coopercon-CE)

Saiba mais: http://tinyurl.com/qaw7lbl
Fonte: Portal Diário do Nordeste
SP tem construção entre as mais sustentáveis do mundo.




 A cidade de São Paulo possui um dos dois empreendimentos escolhidos como um dos 18 projetos mais sustentáveis do mundo pelo Climate Positive Development Program, iniciativa da Fundação Clinton e do U. S. Green Building Council.

Fonte: Yahoo Noticias
Brasil é o quarto país com mais construções sustentáveis.




 No ano em que a luta contra o desperdício ganhou o topo da agenda ambiental internacional, o mercado brasileiro busca mais um degrau no ranking mundial de construções sustentáveis.

Fonte: Portal Surgiu
SkyGarden




 Denominada "Pocket Forest", a única do mercado brasileiro que não utiliza estruturas e caixas sintéticas derivadas de petróleo, com vegetação de Mata Atlântica e Cerrado, importantes Biomas brasileiros.

fonte: Expo Greenbuilding
Energia eólica deve superar a marca de 114 usinas elétricas até o fim o ano.



 O mundo terá turbinas eólicas suficientes para somar mais de 300 GW (gigawatts) de potência.
instalada -- o equivalente a 114 usinas nucleares -- até o final do ano, mostram números da indústria.

 Fonte: Folha de São Paulo
Paraná vai construir casas com nova tecnologia sustentável


 O Governo do Estado, por meio da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), assinou convênio inédito com a entidade União para Moradia Popular e a empresa Rede iVerde para construção de 23 moradias urbanas no município de Rio Bom, no Norte do Estado, para famílias com renda de até R$ 1.600.

Fonte: Portal Agências de noticias do Paraná
Saiba mais: http://tinyurl.com/mwewqek

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www.expogbcbrasil.org.br

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Licenciamento Ambiental


Por Eng. Marcos Moliterno 
As novas diretrizes para o  licenciamento  ambiental  implantadas pelo MMA (Ministério do Meio Ambiente) foram muito  bem  recebidas  pela  engenharia  nacional.  A  despeito  da  ampliação  das compensações ambientais,  estabeleceram‐se  prazos,  aos  órgãos  competentes,  para  a  análise  das  licenças. 
A importância dessa medida  repercutirá fortemente na economia, num momento em que, segundo os estudos da Organização das Nações Unidas, o número de habitantes no planeta, nos próximos  25  anos, será acrescido em mais de dois bilhões de indivíduos à população hoje existente. Deste  contingente,  os  países  da  Ásia  e  da  África  serão  responsáveis  por  85%,  ou  seja,  o  crescimento vertiginoso da população mundial  irá ocorrer em  regiões carentes por novas  fontes de energia, alimentos, produtos industrializados e conhecimento técnico. E como o Brasil poderá valer‐se desse momento privilegiado? 
Detentor de extensas áreas agriculturáveis, com  sua privilegiada posição geográfica e excelência  na produção de grãos e carnes, com produção  industrial em avançado estágio tecnológico e com uma engenharia de altíssimo nível, o País  tem a possibilidade de, ao  fazer  frente a esse desafio,  elevar‐se à categoria das nações cuja população é mais desenvolvida social e economicamente. 
Entretanto, à dourada possibilidade de  fornecer ao mundo alimentos,  roupas, energia, produtos  industrializados  de  alto  valor  agregado  e  da  prestação  de  complexos  serviços  de  engenharia contrapõem‐se  às  corriqueiras  dificuldades  enfrentadas  num  país  de  dimensões  continentais. Assim,  produtores  de  grãos  e  carne,  dos  pontos  mais  extremos  do  território  brasileiro, estão impedidos de competir  nos mercados  nacionais  e  internacionais,  pela  ausência  de meios  de  transporte  que  funcionem efetivamente  como  tal.  Reduzem‐se  a  explorar  o mercado  local  e,  assim,  também  impedem  a desejável presença de concorrentes. 
Recentemente,  os  industriais  cariocas  enfrentaram  a  redução  temporária  no  fornecimento  de energia, solapando planos de expansão e de geração de empregos. Os  almejados  desenvolvimento  e  crescimento  econômico  não  ocorrerão  sem  que  haja  a reconstrução da infraestrutura nacional, ou seja, obras de construção civil. E essas obras, urgentes ao desenvolvimento do  país,  são  impedidas  pela  postergação  contínua, por meses, quando  não por anos, das licenças ambientais. Com a promissora medida do MMA, retira‐se dos processos de expedição das licenças ambientais a  visão  pessoal  de  política  ambiental  que  se  tem  servido  uma  pequena  parcela  de  funcionários públicos,  para  impor  "barreiras  burocráticas"  às  referidas  licenças.  O  esquecido  objetivo  das  licenças é equilibrar as necessidades do desenvolvimento com o meio ambiente, e não impedi‐lo. 
Assim, seja a geração de energia elétrica feita por  usinas hidroelétricas, térmicas, por parques eólicos ou pelo aproveitamento da biomassa, o país não pode prescindir de crescentes quantidades de energia elétrica, como tampouco pode se  escamotear a ampliar e recuperar a exausta malha rodoviária e, a cada dia mais, as insuficientes instalações aeroportuárias. 
Portanto,  nosso  desenvolvimento  depende  de  obras  de  construção  civil  para  a  implantação  da infraestrutura  ausente  e  a  melhoria  daquela  já  implantada,  tendo  a  engenharia  nacional capacidade  técnica  de  realizá-las  conservando  o  meio  ambiente.  Não  se  defende a reprodução do modelo de desenvolvimento, válido até meados da década de 1980. 
Obras realizadas sem cuidados ambientais e em locais ambientalmente frágeis resultaram em mais equívocos e perdas do que em vantagens. A medida complementar à regulamentação das licenças ambientais,  que  a  engenharia  aguarda,  é  a  definição  para  todo  o  território  nacional  do  zoneamento ecológico‐econômico. É um instrumento que define, de antemão, quais regiões estão aptas a  receber determinados  tipos de empreendimentos e, em qual delas, os  tipos intoleráveis. 
Assim,  com  regras  claras,  os  empreendimentos  privados  terão  o  condão  de  alavancar  o  desenvolvimento social, técnico e econômico do país.

Fonte: AEA Educação Continuada



A programação da Praça Victor Civita é desenvolvida a partir das seguintes premissas:

a) Sua vocação é ser modelo, foco e fórum de discussões de sustentabilidade; toda e qualquer atividade realizada em suas dependências deve, necessariamente, levar isso em consideração;

b) Oferecer programação cultural regular de qualidade e gratuita, para diferentes públicos;

c) Desenvolver atividades de educação ambiental, focadas prioritariamente em crianças e adolescentes, com projeto educativo do Instituto Verdescola;

d) Ser um espaço de lazer e ponto de encontro, com programação de atividades regulares orientadas.



A Praça Victor Civita é gerida pela AAPVC – Associação Amigos da Praça Victor Civita, cujo modelo de gestão prevê o envolvimento de empresas, instituições públicas, ONGs e da comunidade para a manutenção e realização das atividades previstas.




Bom dia gente do BEM!!!
Na época tivemos a chance de participar desse projeto e foi brilhante a iniciativa.
 
Espaço público único em São Paulo, a Praça Victor Civita foi construída em uma área anteriormente degradada e agora oferece ao público, gratuitamente, ampla programação cultural, esportiva, de lazer e de educação ambiental. Com um projeto arquitetônico inovador e soluções de última geração em construção sustentável, a Praça dispõe de palco e de arquibancada para 400 pessoas, de diversos equipamentos e do prédio do antigo incinerador Pinheiros, também recuperado, aberto para receber exposições e eventos.
 
A Praça Victor Civita – Espaço Aberto da Sustentabilidade só se tornou possível graças a um bem-sucedido modelo de parceria público-privada e ao esforço e engajamento de empresas e instituições. Uma parceria entre o Instituto Abril e a Prefeitura do Município de São Paulo possibilitou o desenvolvimento de um extenso trabalho multidisciplinar de transformação de uma área degradada em exemplo de reabilitação e redefinição de uso.

terça-feira, 18 de junho de 2013

Resíduos

Os resíduos da construção civil têm impacto significativo no volume de resíduos das cidades. Para além do seu grande volume, quando não separados na origem tornam-se de difícil reutilização, impossibilitando muitas vezes a sua reciclagem. A atenção dada a este pormenor é outra das suas características.

Os Resíduos de construção e demolição, vulgarmente designados como Entulho são os resíduos resultantes da construção ou demolição de um edifício, independentemente das suas características.
O resíduo da construção civil é significativo no volume de resíduo das cidades. Em São Paulo (cidade), por exemplo, 55% dos resíduos são produzidos pela construção civil. Em Ribeirão Preto, este número chega a 70%, conforme dados da SindusCon - SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo), sendo que 75% deste entulho vem de construções, reformas ou demolições feitas pelos próprios moradores.1
É essencial uma gestão de resíduos (plano de gerenciamento de resíduos) durante a construção, onde o materiais são separados e encaminhados para reciclagem. Esta iniciativa reduz a produção de entulho a ser depositado em aterros.
Quando disposto em local inadequado, o entulho pode causar diversos problemas ambientais e de saúde pública, portanto o entulho deve ser depositado em local cadastrado pelo Município ou em aterros de reciclagem de apropriados, conforme a Resolução Nº 307, de 5 de julho de 2002, em vigor desde 2005. O entulho é considerado de responsabilidade daquele que o produziu. O disposição inadequada é considerada crime ambiental.
Segundo a Abrecon (Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição) há hoje no Brasil aproximadamente 130 usinas recicladoras de entulho, reciclando algo em torno de 280 mil m³. 2

Fonte: Wikipédia

Materiais Ecológicos

São considerados materiais ecológicos (eco-eficientes) aqueles produzidos com menor impacto no meio ambiente. Entre os utilizados na construção sustentável pode-se citar: blocos de terra comprimida, o adobe, tintas sem componentes voláteis tóxicos, materiais reciclados, madeira certificada ou de curto ciclo de renovação, tijolo ecológico, entre outros.
Os materiais regionais são priorizados na construção sustentável, pois reduzem o percurso de transporte e emissão de gás carbônico da queima do combustível e priorizam o desenvolvimento do comércio/indústria regional.

A empresa brasileira Acquamatic criou um vaso sanitário que economiza mais de 50% da água. O sistema usa apenas 2 litros de água, enquanto os convencionais gastam de 6 a 10 litros. O selo hídrico do vaso precisa apenas de 200ml de água, para evitar o mau cheiro. A empresa levou 19 anos para desenvolver o produto com uso racional de água.
O vaso usa um basculante que despeja os dejetos no canal de esgoto do edifício pela própria dinâmica da água, sem usar eletricidade. Tudo isso sem uso de sifonagem, método que usa um cano de plástico ou vidro com uma articulação capaz de escoar a água de um local para outro.
A matéria-prima do produto é o ABS, um polímero muito mais resistente em relação à louça utilizada nos vasos convencionais, e não polui o meio ambiente em sua produção, ou em seu descarte

vasoacq


Água

O projeto de um edifício sustentável deve prever a redução no consumo de água e uma gestão inteligente deste recurso, através de tecnologias de reúso de água, utilização das águas pluviais e equipamentos de redução de consumo tais como torneiras e chuveiros com temporizadores ou sensores.


Energia

Um aspecto já tradicional da arquitetura sustentável é o aquecimento solar da água.


Benefícios da Arquitetura Sustentável.

A arquitetura sustentável, é um processo em permanente evolução que enfoca estratégias inovadoras e tecnologias para melhorar a qualidade de vida cotidiana, sua abordagem envolve principalmente: diretrizes projetuais formais e espaciais ; eficiência energética na construção e sua manutenção; aproveitamento de estruturas pré-existentes; uso de materiais ecologicamente corretos; e planejamento territorial envolvendo a proteção de contornos naturais

Esse movimento surgiu no final da década de 2000 e concentra-se na criação de uma harmonia entre a obra final, o seu processo de construção e o meio ambiente. Pretende evitar em cada um dos passos agressões desnecessárias para o ambiente, optimizando processos de construção, reduzindo os resíduos resultantes, e diminuindo os consumos energéticos do edifício. Tem ainda como objectivo que a construção atinja um nível de conforto térmico e de qualidade do ar adequado, reduzindo assim a necessidade da utilização de sistemas de ventilação ou aquecimento artificiais.
O termo "sustentável" provém do latim sustentare (sustentar; defender; favorecer, apoiar; conservar, cuidar). Segundo o Relatório de Brundtland (1987), o uso sustentável dos recursos naturais deve "suprir as necessidades da geração presente sem afetar a possibilidade das gerações futuras de suprir as suas".
O conceito de sustentabilidade começou a ser delineado na Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano (United Nations Conference on the Human Environment - UNCHE), realizada na suécia, na cidade de Estocolmo de 5 a 16 de junho de 1972, a primeira conferência das Nações Unidas sobre o meio ambiente e a primeira grande reunião internacional para discutir as atividades humanas em relação ao meio ambiente. A Conferência de Estocolmo lançou as bases das ações ambientais em nível internacional,3 chamando a atenção internacional especialmente para questões relacionadas com a degradação ambiental e a poluição que não se limita às fronteiras políticas, mas afeta países, regiões e povos, localizados muito além do seu ponto de origem. A Declaração de Estocolmo, que se traduziu em um Plano de Ação,4 define princípios de preservação e melhoria do ambiente natural, destacando a necessidade de apoio financeiro e assistência técnica a comunidades e países mais pobres. Embora a expressão "desenvolvimento sustentável" ainda não fosse usada, a declaração, no seu item 6, já abordava a necessidade imper "defender e melhorar o ambiente humano para as atuais e futuras gerações" - um objetivo a ser alcançado juntamente com a paz e o desenvolvimento econômico e social.
A ECO-92 - oficialmente, Conferência sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento -, realizada em 1992, no Rio de Janeiro, consolidou o conceito de desenvolvimento sustentável. A mais importante conquista da Conferência foi colocar esses dois termos, meio ambiente e desenvolvimento, juntos - concretizando a possibilidade apenas esboçada na Conferência de Estocolmo, em 1972, e consagrando o uso do conceito de desenvolvimento sustentável, defendido, em 1987, pela Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Comissão Brundtland). O conceito de desenvolvimento sustentável - entendido como o desenvolvimento que atende às necessidades do presente sem comprometer a possibilidade das futuras gerações de atenderem às suas próprias necessidades - foi concebido de modo a conciliar as reivindicações dos defensores do desenvolvimento econômico como as preocupações de setores interessados na conservação dos ecossistemas e da biodiversidade.5 6 Outra importante conquista da Conferência foi a Agenda 21, um amplo e abrangente programa de ação, visando a sustentabilidade global no século XXI.7
Em 2002, a Cimeira (ou Cúpula) da Terra sobre Desenvolvimento Sustentável de Joanesburgo reafirmou os compromissos da Agenda 21, propondo a maior integração das três dimensões do desenvolvimento sustentável (econômica, social e ambiental) através de programas e políticas centrados nas questões sociais e, particularmente, nos sistemas de proteção social.8

Fonte: Wikipédia
Olá gente do BEM!

Sustentabilidade é a habilidade de sustentar ou suportar uma ou mais condições, exibida por algo ou alguém. É uma característica ou condição de um processo ou de um sistema que permite a sua permanência, em certo nível, por um determinado prazo.1 Ultimamente este conceito tornou-se um princípio, segundo o qual o uso dos recursos naturais para a satisfação de necessidades presentes não pode comprometer a satisfação das necessidades das gerações futuras, e que precisou do vínculo da sustentabilidade no longo prazo, um "longo prazo" de termo indefinido, em princípio.2
Sustentabilidade também pode ser definida como a capacidade do ser humano interagir com o mundo, preservando o meio ambiente para não comprometer os recursos naturais das gerações futuras. É um conceito que gerou dois programas nacionais no Brasil. O Conceito de Sustentabilidade é complexo, pois atende a um conjunto de variáveis interdependentes, mas podemos dizer que deve ter a capacidade de integrar as Questões Sociais, Energéticas, Econômicas e Ambientais.
Com a finalidade de preservar o meio ambiente para não comprometer os recursos naturais das gerações futuras, foram criados dois programas nacionais: o Procel (eletricidade) e o Conpet.
Questão Social: Sem considerar a questão social, não há sustentabilidade. Em primeiro lugar é preciso respeitar o ser humano, para que este possa respeitar a natureza. E do ponto de vista do ser humano, ele próprio é a parte mais importante do meio ambiente.
Questão Energética: Sem considerar a questão energética, não há sustentabilidade. Sem energia a economia não se desenvolve. E se a economia não se desenvolve, as condições de vida das populações se deterioram.
Questão Ambiental: Sem considerar a questão ambiental, não há sustentabilidade. Com o meio ambiente degradado, o ser humano abrevia o seu tempo de vida; a economia não se desenvolve; o futuro fica insustentável.

Fonte: Wikipédia

Campos de flores cobrindo corações duros em substituição as armas e aos campos de aço...Quem sabe faz a hora não espera acontecer...
E pela safadeza que se formou...

Bom dia Gente do BEM....não é só pelos 20 centavos.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

 
Informações da reciclabilidade mensal. Vale a pena dar os créditos para a Constutora, nesse caso a "EVEN". Párabéns pela iniciativa. Foto enviada pelo querido Eduardo Pereira junho/2013

 
Olá pessoal, olha só que bacana essa foto, modelo de criatividade e informação num simples tapume de obra (MOEMA) com indicações de descartes corretos. Foto enviada pelo querido Eduardo Pereira.



Pallets + Livros = Conforto e Cultura. Fonte: Reciclagem, Jardinagem e Decoração.
Cantinho de Leitura .... recanto preparado para momentos de introspecção e relaxamento.
Perfeito para mergulhar numa boa aventura literária. Fonte: Reciclagem, Jardinagem e Decoração.

 

Adubos naturais

 Uma horta caseira pode ter o luxo de ser orgânica. Além da torta de nim, que aduba e afasta pragas e doenças, pode-se usar húmus de minhoca ou torta de mamona, que é rica em nitrogênio e faz com que as folhas fiquem grandes e robustas. no entanto, cuidado: a torta de mamona é tóxica para bichos e crianças. Evite misturá-la à farinha de osso, porque os cachorros são atraídos pelo cheiro. Pode-se substituir a torta de mamona pela torta de algodão. Fonte: Lá na Roça

Olá gente do BEM!
 
Em julho de 2011 tive a chance de fazer esse curso com a querida e inteligentíssima Daniela
Corcuera, realmente foi de grande valia e quero aqui dividir um pouquinho com vocês da importância desse tema tão revelante em nosso cotidiano que inclusive vem muito de encontro com a proposta de nosso BLOG  "SUSTENTABILIDADE IDEAL".
 
 
Por Daniela Corcuera

Até pouco tempo atrás, o arquiteto e especificador se preocupava em avaliar aspectos dos materiais e componentes de construção como: durabilidade, desempenho, aplicação, prazo de entrega e instalação, linguagem estética, preço e manutenção, dentre outros.
Mas, com o aumento da consciência ambiental da sociedade, cada vez mais, os especificadores são exigidos a fazer escolhas de materiais que agridam menos o meio ambiente. Mas será que basta um produto ter, por exemplo, conteúdo reciclado? Ou ser feito de madeira de reflorestamento? Sem dúvida, isso já é alguma coisa, mas não é suficiente para chamar um produto ou material de “sustentável”. Infelizmente, alguns fabricantes se aproveitam do desconhecimento para fazer o chamado Greenwashing (maquiagem verde), ressaltando um aspecto, às vezes, insignificante ou irrelevante do produto, induzindo o consumidor a achar que está diante de um produto sustentável.

Realizar uma Análise de Ciclo de Vida (ACV), comparando, por exemplo, dois produtos com a mesma função, é o caminho ideal para fazer a escolha adequada do produto de menor impacto ambiental. Segundo a norma ISO 14.040, uma ACV irá analisar algo em torno de 10 diferentes impactos ambientais – como aquecimento global, deterioração da camada de ozônio, esgotamento de recursos abióticos, eutrofização – ao longo de todo o ciclo de vida de um produto, desde a extração da matéria prima, fabricação, transporte, utilização, até o seu descarte. Estas informações, como se vê, são muito mais criteriosas para se fazer a escolha de um produto, tanto de consumo, como da construção civil.

No entanto, o Brasil ainda está dando os primeiros passos no sentido de criar o chamado Inventário de Ciclo de Vida (ICV) para que, então, possam ser realizadas ACVs que considerem as condições brasileiras.

Certamente, em breve, poderemos fazer nossas escolhas fundamentadas em ACV, mas, infelizmente, no Brasil, o setor da construção civil é um dos mais lentos no que diz respeito à modernização.

Como não se pode esperar, arquitetos e especificadores precisam começar a cobrar dos fabricantes informações ambientais que contemplem todo o ciclo de vida do produto. Mais do que selos e certificações, informações claras e transparentes podem levar a uma especificação mais adequada, reduzindo o impacto ambiental da construção civil.
É possível que muitos fabricantes não “saibam” responder a todas às perguntas, mas será somente, assim, fazendo pressão, que o setor se tornará mais responsável e transparente.
Um questionário pode ter maior ou menor complexidade, dependendo da maturidade do fabricante, mas sugerimos as seguintes perguntas abaixo, como um início.
1. De alguma forma o seu produto reduz a demanda por recursos naturais (matérias primas virgens, água, energia)? Possui algum conteúdo reciclado?
2. Qual o consumo de energia para fabricação do seu produto (p. ex. em kWh/kg)? Qual a fonte de energia utilizada: hidrelétrica, gás, carvão, biomassa, etc?
3. Como são tratados os resíduos sólidos e líquidos, bem como, as emissões atmosféricas do processo de fabricação?
4. De qual localidade provêm os insumos principais e onde está localizada a sua fábrica?
5. A instalação do produto gera resíduos? Qual a destinação recomendada? Existe algum programa de coleta reversa?
6. O uso do seu produto consome água ou energia? Quanto?
7. Qual a durabilidade (não garantia) do seu produto? Quais as exigências de manutenção?
8. O produto tem algum material danoso ou perigoso à saúde humana (metais pesados, COVs, dioxinas, etc)?
9. Ao fim da vida útil do produto, é possível desmontá-lo para o reuso ou reciclagem? Qual o descarte recomendado? O fabricante tem programa de logística reversa?
10. A empresa é formal (tem CNPJ)? Tem Licença Ambiental? Faz uso de mão-de-obra formal?
Assim, a análise e comparação destes dados levarão o especificador a escolher produtos de modo mais consciente e menos impactante, tendo justificativas claras e bem embasadas da sua especificação. Já que materiais 100% sustentáveis ainda não existem, façamos a opção por materiais ambientalmente preferíveis

Fonte: AEA Educação Continuada


Horta caseira, mínimo de espaço, máximo de carinho e Voilá - manjericão, salsinha, cebolinha, ervas finas. Duplamente bom - sustentável e sem agrotóxicos.


Criatividade e charme tudo junto e misturado na reutilização de rodas de carroçae baldes como vasos de planta. Fonte: Lá na Roça.


Projeto simples e desafiador, mesa e bancada com tocos de árvores. Fonte: Lá na Roça
Infra-Estrutura Verde e Qualidade de Vida.
 
Por João Manuel Linck Feijó
 
Infraestrutura Verde é uma alternativa ao manejo de água da chuva econômica, sustentável e amigável ao meio ambiente. O principal objetivo é o reaproveitamento da água da chuva, através da infiltração (evapotranspiração), captura e reuso, mantendo e até recuperando a hidrologia natural.
Fundamentalmente, a preservação e restauração da paisagem natural, como florestas, banhados e áreas de inundação, são componentes essenciais da Infraestrutura Verde. Quando estas áreas sensíveis são protegidas, há melhora na qualidade da água da comunidade, o habitat da vida selvagem é mantido e, além disso, geram-se oportunidades de recreação.

Em uma escala menor, as práticas de Infraestrutura Verde incluem os jardins de chuva, ecopavimento, ecotelhado, reservatórios de infiltração, árvores com área de desenvolvimento de raízes, jardins verticais, brise vegetal e cisternas de captação de água da chuva para posterior uso em irrigação ou no vaso sanitário. As técnicas de Infraestrutura Verde devem ser consideradas em condomínios e loteamentos novos, principalmente nos projetados para o programa “Minha Casa Minha Vida”, em função do grande impacto ambiental que estão gerando nas bacias pluviais onde estão inseridas. Está na hora de evitar o uso de tecnologia ultrapassada e geradora de problemas urbanos e dar um passo rumo à sustentabilidade.


A Infraestrutura Verde beneficia o meio ambiente, pois é uma sinergia entre fatores econômicos, ambientais, saúde e sociais que caminham de braços dados. Os benefícios da Infraestrutura Verde são mais evidentes em áreas urbanas e suburbanas, onde o espaço verde é limitado e o dano ambiental mais expressivo. Os benefícios da Infraestrutura Verde incluem a redução e retenção dos volumes de água da chuva e a diminuição do pico de escoamento, utilizando a capacidade de absorção do solo e dos vegetais. Por aumentar a área verde, essas técnicas aumentam as taxas de infiltração e evapotranspiração reduzindo, substancialmente, ou completamente, a quantidade de água a ser conduzida para lagos, rios ou córregos.


Além disso, aumenta a recarga de aqüíferos, já que a capacidade de infiltração é importante para a recarga do lençol freático, responsável por 40 % da água que mantém o nível dos córregos e rios. A técnica de Infraestrutura Verde infiltra o excedente hídrico, evitando o transporte de poluentes através de tubos e galerias. Uma vez infiltrada no solo, as plantas e microbiota se encarregam, naturalmente, de quebrar as moléculas dos poluentes presentes na água ou superfícies.


Também melhora a qualidade do ar, incorporando vegetação no centro urbano e melhorando a qualidade do ar por filtração do material particulado. Isso, porque as árvores e vegetais absorvem certos poluentes por contato ou por absorção foliar. Além disso, a vegetação ajuda a resfriar o ambiente, evitando a formação do ozônio no nível do chão


A Infraestrutura Verde, ao contrário de outros sistemas, se utiliza de plantas que são responsáveis pela retirada do dióxido de carbono da atmosfera pela fotossíntese, incrementando o seqüestro de carbono na atmosfera. Contribui, ainda, para a redução de enchentes, pois utilizando a capacidade natural de retenção e infiltração das plantas e do solo limita a possibilidade de acúmulo de água, por retardar o pico de descarga de tempestades.


Os pavimentos convencionais e a massa de concreto absorvem e retêm o calor. A retirada da vegetação diminui sua capacidade de resfriamento, causando o efeito “ilha de calor” em ambientes urbanos. Assim, de acordo com as técnicas de Infraestrutura Verde, a vegetação diminui a demanda por energia de climatização, racionalizando o uso de ar condicionado e geradores elétricos.


Mas, um dos maiores benefícios da Infraestrutura é que promove aumento das áreas verdes, fundamentais para o bem estar das pessoas, além de promover a melhoria da saúde de todos. Um crescente número de estudos no mundo todo vem relacionando o espaço verde e vegetação com a saúde humana, e as áreas inóspitas com o crime e a violência. E, por fim, as áreas verdes aumentam o valor dos imóveis, pois, é notório que propriedades próximas a elas alcançam valores até 30% mais altos, quando comparados a ruas não arborizadas.
 
Fonte: AEA Cursos Educação Continuada.



Reutilização, pratica,bacana e simples de pallets como deck varanda. Gostaram? Fonte: Acervo pessoal.



sexta-feira, 7 de junho de 2013

Participe do Mercado Verde Mix - Catraca Livre

MERCADO VERDE MIX
Olá gente do BEM!!!!

Bom dia!!!

Quero deixar aqui uma excelente indicação para leitura: Plano B versão 4.0 de Lester R. Brown.
Mobilização para salvar a civilização

Vale a pena pelo menos dar uma pincelada nas páginas, o melhor de tudo é  "FREE Download" conforme o link abaixo.

Acredito mesmo, mesmo...que somente com a disseminação da informação conseguiremos fazer mudar comportamento humano em função de um planeta possível de se viver não apenas SOBREVIVER!!!

Um pensador de longo alcance” – U.S. News & World Report

“É empolgante... uma obra-prima!” – Ted Turner

“Um grande livro que deveria acordar a humanidade!”

– Klaus Schwab, Fórum Econômico Mundial

“As ideias expostas por Lester Brown devem servir de estímulo para assumirmos

uma atitude capaz de subverter a ainda prevalente ordem econômica, que utiliza os

recursos naturais irracionalmente e exclui do mercado parte expressiva da população”

– Fernando Almeida, presidente do Conselho Empresarial Brasileiro

para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS)
 
O mundo civilizado colocou em marcha tendências ambientais que hoje ameaçam a própria

civilização. Não temos muito tempo. Estamos ultrapassando limites ambientais e violando prazos

estipulados pela natureza. A natureza é a senhora do tempo, mas não podemos ver o relógio.

Como o modelo tradicional de fazer negócios não é mais uma alternativa viável, está na hora

de acionar o Plano B 4.0.

Lester Brown, fundador do Earth Policy Institute, investiga os assuntos mais aparentes da

questão, desde o aquecimento global até a falência de Estados em todo o mundo, diagnostica os problemas

ecológicos centrais que afetam nosso planeta e oferece respostas tanto para indivíduos quanto

para governos. Entre outras preocupações, propõe como aumentar a eficiência energética ao redor do

mundo e como canalizar fontes de energias alternativas.

Em Plano B 4.0, Brown oferece um mapa para salvar a civilização
 
 


http://www.worldwatch.org.br/plano_b.pdf
Adotar processos para eliminar o desperdicio e preservar o meio ambiente ja foi somente uma estratégia de marketing, hoje já é parte consideravelmente usada na elaboração de predios novos. Em mais algum tempo será imprescindivel adotar sustentabilidade como caracteristica exigida pelo mercado.
 
Por: Alexandre Prates
 
A sustentabilidade deverá ocupar um novo espaço nas organizações do futuro. Deixará de ser apenas uma estratégia de marketing para evoluir ao posto dos valores organizacionais. O novo consumidor começa a encarar a sustentabilidade com um valor, como algo indispensável para a sua existência, logo buscará se relacionar com organizações que comunguem deste mesmo valor. 


Atualmente, as companhias estão muito mais conscientes da sua responsabilidade em relação ao planeta. Essa é a grande mudança. No mercado de capitais, no momento de escolher uma companhia para investir, o acionista vai fazer duas análises: a análise gráfica e a análise fundamentalista, pois nenhum acionista quer investir em uma empresa, por mais rentável que seja, se ela não estiver comprometida com as grandes causas do planeta, com questões ambientais e sociais. Isso é fundamental para que a companhia tenha sucesso no mundo corporativo. Não basta ser uma companhia de sucesso pela sua tecnologia, mas que seja também um exemplo de responsabilidade socioambiental. 

Da mesa forma, os profissionais terão que evoluir para estas questões. Infelizmente, o ser humano teve que destruir para aprender que precisa reconstruir. O profissional do futuro precisa adquirir a inteligência da construção a longo prazo, pois o foco no curto prazo já mostrou o seu poder de destruição. Deve ter a sustentabilidade como um modo de vida e não apenas com um fator competitivo. É preciso ser congruente nas questões socioambientais se quiser verdadeiramente obter resultados no mundo corporativo dos novos tempos. 

As empresas evolutivas buscam o profissional de resultado com valores. Resultado de qualquer jeito muita gente pode trazer a curto prazo, com graves problemas a longo prazo. O mercado busca, a cada dia, o profissional que tem consciência de resultado e tem consciência que o resultado tem que ser construído criativamente com os valores e as virtudes evolutivas. 

Por fim, é preciso compreender que buscar resultados sustentáveis é a capacidade de compreender a consequência de suas ações a longo prazo, atuando com responsabilidade para minimizar os impactos negativos.
 
Fonte: Respirando Imóveis.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Pessoal boa tarde!

Acabei de participar de uma palestra super enriquecedora que ocorreu no centro Universitário Senac, Santo Amaro. Na verdade é uma sequência de palestras que está acontecendo durante toda essa semana, "SEMANA SENAC DE SUSTENTABILIDADE",  mas com a correria do dia a dia só consegui me programar para hoje e que bom que consegui justo hoje, porque o palestrante foi nada mais nada menos que o Professor Economista Ladislau Dowbor, agora pensem num cara "fera"... então ele foi o "Sr. Myagui" desse cara. Rsrsrs.

Quem quiser e tiver curiosidade, podem acessar o link e obter maiores informações (na verdade deveríamos ter a  obrigação de entrar no site e ver como ele conduz assuntos de extrema importância mundial).
 
http://dowbor.org/ladislau-dowbor/

Mas o que eu quero realmente dizer é que em apenas 1 horas ele conseguiu explicitar, explanar, explicar e fazer com que todos entendêssemos de fato o verdadeiro valor de sua palestra, cujo o título ECONOMIA VERDE, aborda temas tão reais e catastróficos sobre o rumo do nosso humilde  Planeta TERRA.

Apresentou de forma bastante clara a consequência sofrida pelo planeta, desde a Revolução Industrial 1750 até a data de hoje e podemos considerar que todos, absolutamente todos os recursos naturais estão em fase de extinção.

Conseguimos em apenas 250 anos corromper com nosso Ecossistema em pró a uma evolução. Evolução?! Estamos  mais para uma [in]volução proprieamente dita.

Somos 7 bilhões de seres humanos, crescemos de forma exponencial (apenar do índice de natalidade regredido ultimamente em alguns países), mas mesmo assim, consumimos e somos consumidos por toda uma Governança Mundial obsoleta.

Foram vários cases abordados, porém a "historinha" que mais me chocou foi a dos pobres tubarõezinhos que somente no ano passado no JAPÃO fora cerca 72 milhões de bichinhos içados cruelmente, cortada suas duas barbatanas e depois agonizando jogados novamente ao mar para sucumbir com asfixia no fundo do oceano, só para satisfazer gostos diferentes....

Gente, "PELAMORDEDEUS" não estou aqui para criticar gostos orientais em relação ao consumo de sopa de tartaruga ou de barabatana, mas não só os Tubarões  que sofrem, morrem e estão cada dia sendo eliminados de forma desenfreada e cruel.

Toda a Flora, Fauna, (incluindo nossa "intelecta" raça humana) Céu, Mar, e Terra em fase iminente de "PT" - Perda Total, mas  ainda bem que existe o hoje para tomarmos consiência definitiva dessa situação vergonhosa,  medidas preventivas e ações regulamentadoras. Ainda bem que há gente boa tentando de todas as formas, participar, promover e agir efetivamente, fazendo um simples reúso de água, de material, de insumos sólidos muitas vezes considerados "LIXO" tornarem -se obras de arte, ou até mesmo grandes pessoas e corporações extremamente preocupadas e envolvidas com todas as fases de uma Economia realmente necessariamente, impreterivelmente sustentável em todos os sentidos permitidos ....  e ainda bem que ainda há o amanhã!

Karina Bruno


Puffs com base de garrafas pets? Facil, simples e pratico, mas acima de tudo com reaproveitamento de materiais. Do mural do querido Diego Araújo.


Pequena bancada para degustação de aperitivos...
Garrafas + Tampo de Madeira + Vidro
Criação da designer espanhola Tati Guimarães.

Fonte: Reciclagem, Jardinagem e Decoração.

quarta-feira, 5 de junho de 2013



Festival de Tecnologias Sociais

Como virar sua cidade?

Iniciativas que estão transformando São Paulo.
Entrada Gratuita.

terça-feira, 4 de junho de 2013


Interessante como podemos reaproveitar vários tipos de materiais que na maioria das vezes são descartados como "lixo". Fonte: Reciclagem, Jardinagem e Decoração.